domingo, 20 de junho de 2010

3º capítulo - Ŧ in Love and in Death Ŧ

☆ ო Um novo dia ☆ ო

Às 10H00 o Tom bateu à porta e entrou pois ninguém lhe respondeu.
O Tom tinha acordado cedo de propósito para ver se estava tudo bem e para ajudar.
Tom viu que ainda estávamos os dois a dormir mas chegou perto do Bill e com um toque ele acordou.

Tom: Desculpa acordar-te. Vim ver como é que estavam.

Bill riu-se para o Tom porque lhe disse….

Bill: Pois e acordaste muito cedo também.
Quanto à Sophie passou bem a noite. Não acordou pelo menos.

Tom: Ainda bem, é melhor assim. Agora vou lá para baixo. Se precisares chama-me.

Bill: Ok obrigado (e riu-se novamente porque lhe chamou…) madrugador.

Tom saiu e fechou a porta devagar.

Bill estava com um ar pouco cansado agora. Começou a fazer-me festas na cara e olhou para a minha cabeça a ver como estavam os pontos. Continuava a fazer-me festas e a passar a mão pelo meu cabelo ao mesmo tempo que pensava em tudo o que nos tem acontecido.
Mexi-me um pouco. Estava a acordar. Eu estava deitada sobre ele e então ele pousou as suas mãos na minha barriga abraçando-me.
Abri os olhos e dei um suspiro profundo. Olhei para cima e vi que o Bill já estava acordado. Sai de cima dele mas deitei-me ao seu lado. Voltei a fechar os olhos mas encostei-me a ele encostando as minhas mãos no peito dele como se o agarra-se podendo sentir o seu cheiro. Um cheiro que eu reconheceria em qualquer parte. Bill ficou contente por eu me agarrar a ele, pude ver isso, então senti um beijo tão terno no meu ombro que me agarrei mais a ele e…

Sophie: Desculpa-me.

Bill: Não quero que me peças desculpas. Só quero que não voltes a fazer nada do género.

Sophie: Eu devia ter te contado mal entraste na sala mas…

Bill cortou-me a conversa a meio. Não queria falar mais no assunto pois não queria que eu ficasse novamente perturbada.

Bill: Mas não interessa. Nada mais interessa. O importante para mim é estares aqui comigo e estares bem.

Sophie: Obrigado por teres toda esta paciência comigo. Bill: Só tu é que me podes fazer feliz.

Sophie: (levantei-me e sorri…) Eu ouvi isso no Hospital.

(fez-me um olhar esquisito como se tivesse a certeza que sabia que eu poderia ouvi-lo no hospital mesmo estando sobre sedativos)

Bill: E que mais é que ouviste?

Sai do seu lado e coloquei-me por cima dele. Ele abraçava-me e olhávamo-nos nos olhos.

Sophie: humm nada… (sorria-lhe)

Bill: Pois, pois. A menina ouviu tudo e agora não quer dizer não é.
Bem, assim também não vais querer cobrar-me nada. (Bill fitava-me, dizia isto para me provocar e eu lhe dizer tudo o que ouvi)


Sophie: Na na não. (Bill sorria e eu também. Ele estava contente pois eu parecia melhor.)
Estás muito enganado, eu vou cobrar tudo o que te ouvi dizer.

Bill: (Tocava no meu cabelo) Estou ansioso que comeces a cobrar-me tudo princesa.

Agora comecei eu a provocá-lo. Nós adorávamos fazer isto um com o outro

Sophie: Só por causa disso vou demorar séculos a cobrar-te tudo.

Bill tirou-me de cima dele e deitou-me ao seu lado pondo-se ele por cima de mim. Ele estava super cuidadoso para não me magoar.

Bill: Isso é o que tu dizes. Mas não é o que vais fazer.

Sophie: Ai sim.. E porquê?

Bill começou a beijar-me. Aquele beijo, aquele corpo por cima do meu era tudo o que eu queria e precisava.

Bill: Ainda continuas com a mesma ideia?

Sophie: Humm… sim… não…

Bill beijava-me novamente e mergulhamos naquilo que era só nosso.
Sussurrou-me ao ouvido…


Bill: Querias que fosse menino ou menina?

(Olhei-o a rir-me com um grande sorriso)

Sophie: Podem ser os dois?

Bill ficou radiante por eu ter perguntado se podiam ser os dois.
Beijou-me até que ouvimos um barulho à porta. Era o Scotty que queria entrar.
O Bill abriu-lhe a porta e ele ficou tão contente que saltou para cima da cama. Bill veio a correr pois o Scotty quando está eufórico salta para cima das pessoas e podia sem querer magoar-me coitadinho. Bill mandou-o sentar-se e ele obedeceu. Fiz-lhe umas festas para ele se acalmar. Estava mesmo contente o Scotty.

Bill falava com o Scotty ao mesmo tempo que lhe fazia uma festa.

Bill: De certeza que foi o menino Tom que te deixou vir cá para cima a esta hora não foi menino.

Sophie: O Tom? O Tom está a dormir certamente.

Bill: Eu também pensava isso se ele às 10H00 não tivesse acordado e vindo cá ao quarto ver como estávamos.

Sophie: Wauhh! O teu irmão hoje...É melhor descermos então.

Bill: Nada disso, tu hoje ficas aqui. O médico disse que tinhas de ficar em repouso.

Sophie: Mas eu já me sinto bem. Olha.

Levantei-me da cama e sentia-me bem mas senti a minha cabeça tão zonza que se o Bill não me agarrasse eu iria cair no chão. Pousou-me de imediato na cama e…

Bill: Porquê que tens de ser tão teimosa hahh?
Vá …. Vais ficar na cama como te disse hoje.

Olhei-o amuada.

Bill: Vá liebe… Eu vou ficar contigo aqui até ficares boa.
Agora vou só lá em baixo buscar-te o pequeno-almoço.

Sophie: Deixa-me ir contigo. Eu fico quietinha no sofá prometo. Mas não me deixes aqui no quarto o dia todo.

Ele olhava para mim e eu pensei que ele me ia dizer que não… mas não, em vez disso pegou-me no seu colo e desceu comigo.
Agarrei-me ao seu pescoço e dei-lhe um beijo a meio das escadas.

Passamos pela sala e os rapazes estavam acordados mas o Bill só me pousou na outra sala e os rapazes vieram logo para lá me ver.
Pousou-me então no sofá muito devagar e cobriu-me, passou as mãos no meu cabelo e disse-me ao ouvido…


Bill: Eu amo-te.

Os rapazes estavam bem-dispostos pela manha mas cheios de sono como sempre.
Bill pediu-lhes que não me fizessem muitas perguntas. Ele estava a fazer de tudo para seguir os conselhos do médico.
Enquanto Bill foi tratar do meu pequeno-almoço eles ficaram ao pé de mim.
Tom veio sentar-se ao meu lado e colocou o seu braço à volta do meu ombro.

Tom: Sempre o centro das atenções do Bill não é cunhadinha…

Tom sempre que dizia algo era para me fazer rir.

Sophie: Pois. Ele parece quase é o próprio médico do Hospital.

Bill ouvi-o o que eu disse mas não se importou.
Os outros riram-se mas concordavam comigo.

Georg: Só lhe falta a bata e…

Ouviu-se o Bill a gritar da cozinha…

Bill: Eu estou a ouvir-vos.

Não pude deixar de sorrir.
Olhei para o Tom…


Sophie: Então o senhor acordou cedo hoje hahh!! Milagre Tom.

Tom: Pois tu e o Bill ainda vão ter que me indemnizar por isso.

Sophie: Não fomos nós que te mandamos acordar.

Gustav: Ela tem razão Tom.

Tom: (Ria-se) Aih coitado de mim. Sempre todos contra mim.

Dei-lhe um empurrão a brincar pelo que ele disse.
Sophie: Vá Tom eu agradeço-te por acordares cedo.


Bill chamou o Tom da cozinha e o Tom foi lá ver o que ele queria.

Bill: Preciso de falar contigo.

Tom: Começa.

Bill: Estava a pensar fazer uma viagem com a Sophie assim que ela melhorar. Ela precisa de sair daqui por um tempo.

Tom: Por mim está à vontade. Eu trato de tudo por aqui.

Bill: Obrigada Tom... Mas tu também vens.

Tom: Estás é parvo. Vocês precisam é de fazer essa viagem sozinhos.

Bill: Eu não estou nada parvo. A Sophie vai querer que tu vás de certeza também. Ela nunca nos separa lembraste. E se souber que a viagem é por ela nem vai.

Tom: Então levamos os rapazes connosco também para ela não estranhar. De certeza que eles não dizem que não.

Bill: Ok. Queria que tu falasses com eles agora então sem ela saber. Eu vou lhe levar o pequeno-almoço e tu falas com eles.

Tom: Eu trato de tudo não te preocupes com eles.

Voltaram os dois à sala e Bill sentou-se a minha beira com uma bandeja cheia de comida.

Sophie: Tanto tempo. Andaram aos segredinhos um com o outro.

Tom: Coisas de gémeos cunhadinha.
E riu-se.

Tom: Bem rapazes vamos para outro lado. Tenho de falar com vocês também.

Olhei para o Bill pois achei estranha a atitude do Tom. O quê que ele teria para falar com os rapazes?
Bem, se calhar queria só nos deixar sozinhos…

Os rapazes saíram todos da sala e eu fiquei sozinha com o Bill ao meu lado.

Bill: Tens de comer agora.

Sophie: Tu também, não sou só eu.

Bill: A doentinha aqui és tu não sou eu vá…

Olhei para ele quando me chamou doentinha e comecei-me a rir. Bill pegou num copo com sumo de laranja e ajudou-me a beber.

Sophie: Porquê que chamaste o Tom à cozinha?

Notei que ele pensava no que me ia responder e …


Bill: Por nada, estava a perguntar-lhe se tinha levado o Scotty a passear.

Não me acreditei muito na resposta que ele me deu mas também não queria estar a aborrecer-me a mim e a ele por isso. Estávamos os dois a comer as torradas que ele preparou. Estavam com um óptimo aspecto e sabiam maravilhosamente bem.
De repente pôs um braço a minha volta…

Bill: Sabes o que é que eu estava a pensar liebe?

Sophie: Em quê?

Bill: Que assim que estejas melhor podíamos fazer uma viagem. Onde tu quisesses.

Sophie: Porquê que te lembraste disso agora?

Bill: Porque achei que nos ia fazer bem sair daqui e passarmos um tempo juntos, fora daqui.

Sophie: E o teu irmão? Fica aqui sozinho coitado?!

Bill: Já sabia que ias dizer isso por isso o Tom vai connosco e os rapazes também.

Sophie: Humm eu vou pensar liebe.
Mas aviso-te já que tu é que escolhes para onde vamos.

Bill: Sendo assim sugiro que vamos para as Maldivas.
Ninguém nos irá incomodar lá.


(Dei-lhe um beijo pois as Maldivas eram a nossa ilha preferida)
Sophie: Sabes sempre me convencer. Mas e os rapazes já sabem?

Bill: Não, ainda vamos falar com eles.

Bill chamou-os e eles apareceram. Tom já tinha falado com eles e eles sabiam de tudo.

Tom: (dirigindo-se ao Bill) Então diga lá o que é que foi agora?

Bill: O que é que acham de irmos passar um tempo às Maldivas assim que a Sophie melhorar?

Tom: Eu acho uma excelente ideia. Alias acho que vêm mesmo a calhar.

Gustav e Andreas: Eu também.

Georg: Isso nem se pergunta. Maldivas, sol, calor, mar, praia. Já me estou a imaginar lá.

Eu ria-me pelo que ele disse e porque estava feliz por eles irem todos. Bill falou para mim.

Bill: Agora é só ficares boa.

Sophie: Eu estou boa. Daqui a dois dias estou como nova.

Bill: Espero bem que sim liebe.

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