☆ ო Um novo dia ☆ ო
Às 10H00 o Tom bateu à porta e entrou pois ninguém lhe respondeu.
O Tom tinha acordado cedo de propósito para ver se estava tudo bem e para ajudar.
Tom viu que ainda estávamos os dois a dormir mas chegou perto do Bill e com um toque ele acordou.
Tom: Desculpa acordar-te. Vim ver como é que estavam.
Bill riu-se para o Tom porque lhe disse….
Bill: Pois e acordaste muito cedo também.
Quanto à Sophie passou bem a noite. Não acordou pelo menos.
Tom: Ainda bem, é melhor assim. Agora vou lá para baixo. Se precisares chama-me.
Bill: Ok obrigado (e riu-se novamente porque lhe chamou…) madrugador.
Tom saiu e fechou a porta devagar.
Bill estava com um ar pouco cansado agora. Começou a fazer-me festas na cara e olhou para a minha cabeça a ver como estavam os pontos. Continuava a fazer-me festas e a passar a mão pelo meu cabelo ao mesmo tempo que pensava em tudo o que nos tem acontecido.
Mexi-me um pouco. Estava a acordar. Eu estava deitada sobre ele e então ele pousou as suas mãos na minha barriga abraçando-me.
Abri os olhos e dei um suspiro profundo. Olhei para cima e vi que o Bill já estava acordado. Sai de cima dele mas deitei-me ao seu lado. Voltei a fechar os olhos mas encostei-me a ele encostando as minhas mãos no peito dele como se o agarra-se podendo sentir o seu cheiro. Um cheiro que eu reconheceria em qualquer parte. Bill ficou contente por eu me agarrar a ele, pude ver isso, então senti um beijo tão terno no meu ombro que me agarrei mais a ele e…
Sophie: Desculpa-me.
Bill: Não quero que me peças desculpas. Só quero que não voltes a fazer nada do género.
Sophie: Eu devia ter te contado mal entraste na sala mas…
Bill cortou-me a conversa a meio. Não queria falar mais no assunto pois não queria que eu ficasse novamente perturbada.
Bill: Mas não interessa. Nada mais interessa. O importante para mim é estares aqui comigo e estares bem.
Sophie: Obrigado por teres toda esta paciência comigo. Bill: Só tu é que me podes fazer feliz.
Sophie: (levantei-me e sorri…) Eu ouvi isso no Hospital.
(fez-me um olhar esquisito como se tivesse a certeza que sabia que eu poderia ouvi-lo no hospital mesmo estando sobre sedativos)
Bill: E que mais é que ouviste?
Sai do seu lado e coloquei-me por cima dele. Ele abraçava-me e olhávamo-nos nos olhos.
Sophie: humm nada… (sorria-lhe)
Bill: Pois, pois. A menina ouviu tudo e agora não quer dizer não é.
Bem, assim também não vais querer cobrar-me nada. (Bill fitava-me, dizia isto para me provocar e eu lhe dizer tudo o que ouvi)
Sophie: Na na não. (Bill sorria e eu também. Ele estava contente pois eu parecia melhor.)
Estás muito enganado, eu vou cobrar tudo o que te ouvi dizer.
Bill: (Tocava no meu cabelo) Estou ansioso que comeces a cobrar-me tudo princesa.
Agora comecei eu a provocá-lo. Nós adorávamos fazer isto um com o outro
Sophie: Só por causa disso vou demorar séculos a cobrar-te tudo.
Bill tirou-me de cima dele e deitou-me ao seu lado pondo-se ele por cima de mim. Ele estava super cuidadoso para não me magoar.
Bill: Isso é o que tu dizes. Mas não é o que vais fazer.
Sophie: Ai sim.. E porquê?
Bill começou a beijar-me. Aquele beijo, aquele corpo por cima do meu era tudo o que eu queria e precisava.
Bill: Ainda continuas com a mesma ideia?
Sophie: Humm… sim… não…
Bill beijava-me novamente e mergulhamos naquilo que era só nosso.
Sussurrou-me ao ouvido…
Bill: Querias que fosse menino ou menina?
(Olhei-o a rir-me com um grande sorriso)
Sophie: Podem ser os dois?
Bill ficou radiante por eu ter perguntado se podiam ser os dois.
Beijou-me até que ouvimos um barulho à porta. Era o Scotty que queria entrar.
O Bill abriu-lhe a porta e ele ficou tão contente que saltou para cima da cama. Bill veio a correr pois o Scotty quando está eufórico salta para cima das pessoas e podia sem querer magoar-me coitadinho. Bill mandou-o sentar-se e ele obedeceu. Fiz-lhe umas festas para ele se acalmar. Estava mesmo contente o Scotty.
Bill falava com o Scotty ao mesmo tempo que lhe fazia uma festa.
Bill: De certeza que foi o menino Tom que te deixou vir cá para cima a esta hora não foi menino.
Sophie: O Tom? O Tom está a dormir certamente.
Bill: Eu também pensava isso se ele às 10H00 não tivesse acordado e vindo cá ao quarto ver como estávamos.
Sophie: Wauhh! O teu irmão hoje...É melhor descermos então.
Bill: Nada disso, tu hoje ficas aqui. O médico disse que tinhas de ficar em repouso.
Sophie: Mas eu já me sinto bem. Olha.
Levantei-me da cama e sentia-me bem mas senti a minha cabeça tão zonza que se o Bill não me agarrasse eu iria cair no chão. Pousou-me de imediato na cama e…
Bill: Porquê que tens de ser tão teimosa hahh?
Vá …. Vais ficar na cama como te disse hoje.
Olhei-o amuada.
Bill: Vá liebe… Eu vou ficar contigo aqui até ficares boa.
Agora vou só lá em baixo buscar-te o pequeno-almoço.
Sophie: Deixa-me ir contigo. Eu fico quietinha no sofá prometo. Mas não me deixes aqui no quarto o dia todo.
Ele olhava para mim e eu pensei que ele me ia dizer que não… mas não, em vez disso pegou-me no seu colo e desceu comigo.
Agarrei-me ao seu pescoço e dei-lhe um beijo a meio das escadas.
Passamos pela sala e os rapazes estavam acordados mas o Bill só me pousou na outra sala e os rapazes vieram logo para lá me ver.
Pousou-me então no sofá muito devagar e cobriu-me, passou as mãos no meu cabelo e disse-me ao ouvido…
Bill: Eu amo-te.
Os rapazes estavam bem-dispostos pela manha mas cheios de sono como sempre.
Bill pediu-lhes que não me fizessem muitas perguntas. Ele estava a fazer de tudo para seguir os conselhos do médico.
Enquanto Bill foi tratar do meu pequeno-almoço eles ficaram ao pé de mim.
Tom veio sentar-se ao meu lado e colocou o seu braço à volta do meu ombro.
Tom: Sempre o centro das atenções do Bill não é cunhadinha…
Tom sempre que dizia algo era para me fazer rir.
Sophie: Pois. Ele parece quase é o próprio médico do Hospital.
Bill ouvi-o o que eu disse mas não se importou.
Os outros riram-se mas concordavam comigo.
Georg: Só lhe falta a bata e…
Ouviu-se o Bill a gritar da cozinha…
Bill: Eu estou a ouvir-vos.
Não pude deixar de sorrir.
Olhei para o Tom…
Sophie: Então o senhor acordou cedo hoje hahh!! Milagre Tom.
Tom: Pois tu e o Bill ainda vão ter que me indemnizar por isso.
Sophie: Não fomos nós que te mandamos acordar.
Gustav: Ela tem razão Tom.
Tom: (Ria-se) Aih coitado de mim. Sempre todos contra mim.
Dei-lhe um empurrão a brincar pelo que ele disse.
Sophie: Vá Tom eu agradeço-te por acordares cedo.
Bill chamou o Tom da cozinha e o Tom foi lá ver o que ele queria.
Bill: Preciso de falar contigo.
Tom: Começa.
Bill: Estava a pensar fazer uma viagem com a Sophie assim que ela melhorar. Ela precisa de sair daqui por um tempo.
Tom: Por mim está à vontade. Eu trato de tudo por aqui.
Bill: Obrigada Tom... Mas tu também vens.
Tom: Estás é parvo. Vocês precisam é de fazer essa viagem sozinhos.
Bill: Eu não estou nada parvo. A Sophie vai querer que tu vás de certeza também. Ela nunca nos separa lembraste. E se souber que a viagem é por ela nem vai.
Tom: Então levamos os rapazes connosco também para ela não estranhar. De certeza que eles não dizem que não.
Bill: Ok. Queria que tu falasses com eles agora então sem ela saber. Eu vou lhe levar o pequeno-almoço e tu falas com eles.
Tom: Eu trato de tudo não te preocupes com eles.
Voltaram os dois à sala e Bill sentou-se a minha beira com uma bandeja cheia de comida.
Sophie: Tanto tempo. Andaram aos segredinhos um com o outro.
Tom: Coisas de gémeos cunhadinha.
E riu-se.
Tom: Bem rapazes vamos para outro lado. Tenho de falar com vocês também.
Olhei para o Bill pois achei estranha a atitude do Tom. O quê que ele teria para falar com os rapazes?
Bem, se calhar queria só nos deixar sozinhos…
Os rapazes saíram todos da sala e eu fiquei sozinha com o Bill ao meu lado.
Bill: Tens de comer agora.
Sophie: Tu também, não sou só eu.
Bill: A doentinha aqui és tu não sou eu vá…
Olhei para ele quando me chamou doentinha e comecei-me a rir. Bill pegou num copo com sumo de laranja e ajudou-me a beber.
Sophie: Porquê que chamaste o Tom à cozinha?
Notei que ele pensava no que me ia responder e …
Bill: Por nada, estava a perguntar-lhe se tinha levado o Scotty a passear.
Não me acreditei muito na resposta que ele me deu mas também não queria estar a aborrecer-me a mim e a ele por isso. Estávamos os dois a comer as torradas que ele preparou. Estavam com um óptimo aspecto e sabiam maravilhosamente bem.
De repente pôs um braço a minha volta…
Bill: Sabes o que é que eu estava a pensar liebe?
Sophie: Em quê?
Bill: Que assim que estejas melhor podíamos fazer uma viagem. Onde tu quisesses.
Sophie: Porquê que te lembraste disso agora?
Bill: Porque achei que nos ia fazer bem sair daqui e passarmos um tempo juntos, fora daqui.
Sophie: E o teu irmão? Fica aqui sozinho coitado?!
Bill: Já sabia que ias dizer isso por isso o Tom vai connosco e os rapazes também.
Sophie: Humm eu vou pensar liebe.
Mas aviso-te já que tu é que escolhes para onde vamos.
Bill: Sendo assim sugiro que vamos para as Maldivas.
Ninguém nos irá incomodar lá.
(Dei-lhe um beijo pois as Maldivas eram a nossa ilha preferida)
Sophie: Sabes sempre me convencer. Mas e os rapazes já sabem?
Bill: Não, ainda vamos falar com eles.
Bill chamou-os e eles apareceram. Tom já tinha falado com eles e eles sabiam de tudo.
Tom: (dirigindo-se ao Bill) Então diga lá o que é que foi agora?
Bill: O que é que acham de irmos passar um tempo às Maldivas assim que a Sophie melhorar?
Tom: Eu acho uma excelente ideia. Alias acho que vêm mesmo a calhar.
Gustav e Andreas: Eu também.
Georg: Isso nem se pergunta. Maldivas, sol, calor, mar, praia. Já me estou a imaginar lá.
Eu ria-me pelo que ele disse e porque estava feliz por eles irem todos. Bill falou para mim.
Bill: Agora é só ficares boa.
Sophie: Eu estou boa. Daqui a dois dias estou como nova.
Bill: Espero bem que sim liebe.
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